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Servidora readaptada escreve carta para o prefeito

Petrolina, 27/02/2015

Excelentíssimo Sr. Prefeito:
Dr. Júlio Lóssio


Gostaria de saber o que vai ser do funcionário readaptado, pois como professora que adoeceu no exercício do trabalho, sinto-me um estorvo para a atual administração, desde que o senhor, em seu discurso e prática de bônus para quem está na sala de aula, que ao me ver causa um apartheid na categoria , menospreza o profissional da educação readaptado. Ao meu ver, a educação não se dá apenas na sala de aula, ela é abrangente, afinal, a escola não é formada somente por professor e aluno, ela é um conjunto: gestor, secretário, auxiliares, coordenador, professor itinerante, técnica educacional, auxiliares da limpeza, funcionários da cozinha; cada um fazendo seu papel para que a instituição exista, cada função tendo sua importância e se faltar, é como um corpo sem um órgão vital, não funciona bem ou perece. O seu discurso também deixa transparecer que a pessoa é feliz por ser portadora de uma doença ou que talvez ela tenha criado tal enfermidade para fugir do serviço.
Dentro de qualquer organização humana existem os bons e os maus profissionais, então, não é justo que por um, todos sejam julgados, se existe, eu desconheço, alguém capaz de conseguir atestado falso e driblar a junta médica, este tem que ganhar o Oscar em Hollywood,  pois representa perfeitamente, visto que os médicos da junta fazem uma verdadeira sabatina e são portanto exímios peritos.
É preciso ressaltar que a enfermidade impede de cumprir sua tarefa de ministrar aulas, porém, o servidor pode ser útil em outra, de cunho pedagógico ou administrativo, a que se encaixe no perfil da enfermidade, isto consiste na ação de “READAPTAR”, ou seja, tornar apto para outra tarefa.
ASSIM, NÃO SOMOS ENCOSTADOS, COMO PENSAM MUITOS, NÃO SOMOS PREGUIÇOSOS COMO PENSAM OUTROS, NÃO QUEREMOS RECEBER SEM TRABALHAR, ISTO É ILEGAL E IMORAL, mas na atual conjectura, estamos esquecidos e deixados de lado no processo da construção do Plano de Cargos e Carreira e de recebimento de gratificações.
Prefeito, o senhor já pensou em algum momento, em fazer um levantamento e traçar o perfil dos readaptados para ter conhecimento de que GASTAMOS COM A NOSSA SAÚDE? COMO: MEDICMENTOS, PLANO, UMA VEZ QUE SE FICARMOS SEM ELE, NÃO TEREMOS O  PROFISSIONAL QUE ATENDA AO PROBLEMA QUE NOS ACOMETE.
A exemplo de minha pessoa que não recebo remédio do Governo, minhas medicações não estão na lista da Farmácia ou eu possa receber pelo SUS,   tenho que comprar!!!!

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Sindsemp mobiliza servidores e Projeto de Lei é retirado da pauta em sessão ordinária na Casa Plínio Amorim

câmaraVereadores

O Projeto de Lei  Municipal nº 17/2014, que dispõe da regulamentação do servidor público readaptado em educação foi retirado de pauta durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Petrolina, o vereador Elismar Gonçalves (PMDB) pediu a suspensão da sessão. Esse projeto aborda o retorno dos professores readaptados às salas de aula, bem como, a mudança no período de férias anuais, que serão de 30 dias, em período definido pela administração.
 
De acordo com o vereador havia várias divergências e alguns pontos deverão ser mudados no projeto. Para a presidente do Sindsemp, Wildes Mariléia Araújo, o PL traz prejuízos para a categoria. “Isso contraria nossa concepção de educação que é cuidar bem dos trabalhadores para que eles não adoeçam e tenham que sair. A nossa política pública tem que ser preventiva, e não punir aquele que adoeceu”, explicou a presidente.  

De acordo com o artigo 47, do Estatuto e Plano de carreira do Magistério Municipal (EPCM), ao professor afastado de regência de classe por doença impeditiva ao exercício da função comprovado por junta médica do executivo, são assegurados os direitos, benefícios e vantagens à data de acometimento, independentemente de sua condição de estágio probatório.  Segundo o diretor de Assuntos Jurídicos, Gilvan Brito, os readaptados são detentores dos mesmos direitos dos professores em sala de aula. “Está na lei. Nos artigos 47 e 65 do EPCM”, enfatiza.

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Luta e tristeza marcam 8 de Março

mulheres

As feministas brasileiras terão este ano um 8 de Março triste.É muito forte o sentimento da perda deixado pela morte recente de lideranças nacionais do movimento de mulheres, que ajudaram a construir sua organização no Brasil e as políticas setoriais propostas ou implementadas nos últimos anos. Lurdinha Rodrigues e Rosângela Rigo, que ocupavam coordenações na Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, e Celia Maria Escanfella, ativista e consultora, perderam a vida em um trágico acidente no dia 14 de fevereiro, em pleno carnaval, quando o carro em que viajavam foi colidido por um veículo desgovernado.

Cerimônias públicas de despedida foram realizadas em Brasília, Salvador, São Paulo e a lembrança das militantes deve emergir com força nos atos do 8 de Março pelo Brasil. Mas a medida em que as perdas vão sendo assimiladas, os movimentos de mulheres também afirmam que os exemplos de vida que elas deixam servirão para dar mais força às lutas que as mulheres terão de enfrentar em 2015.

"O feminismo não seria o mesmo, o Brasil não seria o mesmo sem elas", diz Rachel Moreno, do Observatório da Mulher. Em um ato de despedida, na Câmara Municipal de São Paulo, Maria Amélia Teles, a Amelinha da União de Mulheres de São Paulo, lembrou o momento em que Lurdinha entrou no movimento feminista. Aos 17 anos, no movimento sindical, ela ocupava um microfone para convocar as mulheres a aderirem a uma greve. Ao vê-la ocupando espaço , em um tempo em que as trabalhadoras mal tinham acesso aos microfones ou voz nas mobilizações, Amelinha a procurou para que viesse ajudar na luta das mulheres - um universo de militâmcia do qual ela nunca mais saiu. Homossexual assumida, Lurdinha tornou se também dirigente da Liga Brasileira de Lésbicas e levou também essa causa, invisibilizada na mídia e no movimento social, a vários espaços de luta, como as conferências da mulher, de Saúde e de Comunicação.

Um ano de lutas

A luta das mulheres por espaço e a conscientização de que é preciso ocupá-los serão desafios para as mulheres em 2015. Em um ano de maior conservadorismo no Congresso, e ameaças a conquistas sociais e trabalhistas, como as medidas provisórias que retiram direitos previdenciários, as ativistas e militantes sindicais terão de redobrar sua capacidade organizativa e de mobilização para defender direitos.
A CNTU terá um ano de muito debate e organização por parte das profissionais universitárias. De acordo com a coordenadora do Coletivo de Mulheres da Confederação e Secretária de Finanças Adjunta da CTB, Gilda Almeida, serão realizados encontros regionais para avançar nas propostas e ações em torno dos três eixos priorizados pelas mulheres da CNTU: trabalho, política e saúde.

Será uma sequência de eventos voltados a “ descentralizar, levar informação, fazer o debate e tentar organizar as mulheres”. Além de discussões permanentes, Almeida defende que se invista em conscientização, para ampliar a capacitação política feminina, sobretudo em segmentos como a engenharia, em que elas ainda são minoria. E que se pense em atividades abarcando os ensinos fundamental e médio para “quebrar o paradigma de que há profissões que não são para mulheres”.

Em entrevista à Soraya Misleh para o Jornal Engenheiro, da FNE, Almeida aponta a necessidade de avançar na ocupação de melhores postos de trabalho e vencer barreiras de ascensão profissional. “Nos cargos de chefia mais baixos, as mulheres têm forte presença, mas o mesmo não ocorre nos escalões médios (gerente) e superiores (diretor, vice-presidente e presidente).” Ela lamenta que isso se repita inclusive no movimento sindical. “Em geral, as mulheres nunca estão em cargos estratégicos, com raras exceções. Onde se estabelecem cotas, você as tem, mas dificilmente na Presidência, na Secretaria-Geral, na Tesouraria ou mesmo na Comunicação.”

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Programa a voz do servidor discute Campanha Salarial 2015

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Após cinco meses de negociação,  a assembleia ordinária dos servidores municipais de Petrolina aprovou por ampla maioria a proposta do executivo municipal. A campanha salarial iniciou em setembro de 2014, composta pela direção do Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina (Sindsemp) e dos representantes de cada categoria.
Para explicar sobre o assunto, o programa “A Voz do Servidor” recebeu o presidente do Sindsemp, Wildes Mariléia Araújo. Durante a assembleia foi debatida a importância de construir uma proposta que contemplasse todas as categorias, os trabalhadores aprovaram o reajuste de 13,01% para os profissionais da educação, 16% para os enfermeiros e odontólogos em PSF e 8,8% para a segurança e demais categorias.
Segundo a presidente do Sindsemp, Wildes Mariléia Araújo, essa proposta é fruto de muita luta e discussões. “Obtivemos esse resultado com muita maturidade e responsabilidade. Não estamos satisfeitos, mas reconhecemos a necessidade de assegurar  a implementação desses valores para continuar reivindicando os demais itens pautados com enfase no PCCV, técnicos de enfermagem e ASB's”, enfatizou.
A mesa de negociação continua aberta e o próximo encontro está previsto para o primeiro quadrimestre deste ano, para se discutir e buscar meios de reajustar pisos salariais e/ou implantar  gratificações de algumas categorias ainda não atendidas, permanecendo outras bandeiras de luta da campanha como: aprovação e implementação do Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos (PCCV); promoção de formação continuada para os profissionais; viabilizar ajuda de custo ou auxílio a saúde dos servidores; realização imediata de concurso público em todos os setores, criação do vale alimentação e auxílio deslocamento para o nível elementar.

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Inscrições para o Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero estão abertas até 18 de março

Estão abertas até 18 de março as inscrições para a 10ª edição do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero. O concurso selecionará redações, artigos científicos e projetos pedagógicos de escolas públicas e privadas que tratem dos temas de gênero, mulheres, feminismos, relações raciais, geração, classe social e sexualidade.

Os trabalhos devem ser inscritos no site do concurso. A iniciativa tem como objetivo estimular a produção científica e a reflexão crítica acerca das desigualdades entre mulheres e homens. Os trabalhos que se destacarem receberão premiações, tais como notebooks e equipamentos de informática (para estudantes de ensino médio), bolsas de iniciação científica, mestrado e doutorado, de acordo com as normas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A premiação contempla cinco categorias: estudante do ensino médio; estudante de graduação; graduado, especialista e estudante de mestrado; mestre e estudante de doutorado; e escola promotora de igualdade de gênero. Os autores recebem valores em dinheiro, bolsas de estudos, equipamentos de informática e assinaturas de revistas acadêmicas.

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